quarta-feira, 27 de abril de 2011
MiniContos
Mais uma dose
Solucei antes de responder sua questão,
Glup! Mais um gole no Whisky.
Repeti o gesto mais 3 vezes antes de dar o meu veredito final
E no fim, acabei bêbado sem opinião.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Corpo
quarta-feira, 6 de abril de 2011
quarta-feira, 30 de março de 2011
Consoantes e Vogais
terça-feira, 22 de março de 2011
Seria Fácil?

quinta-feira, 17 de março de 2011
Fôlego
Queria gritar! Até expulsar dos meus pulmões e corpo tudo que me assombra.
Tudo que me perturba,
Tudo que vem pra me agitar.
Queria gritar bem alto á ponto do que me incomoda se assustar.
Soltar meus medos, mandar embora meus receios, minha vontade de ousar
Desencanar dos meios e de toda e qualquer forma de vicio
Deixar o corpo, hoje em estado de perigo aclamar por abrigo.
Queria gritar e que a única voz que atormenta meu peito pudesse ouvir
O meu pedido de socorro.
Queria gritar, até me faltar ar
Mas o pulmão que um dia foi meu fôlego
Hj não mais me sustenta...
quinta-feira, 10 de março de 2011
Um bom espetáculo para você!
Pra quem pensa em recomeçar,
Deixe com que tudo comece naturalmente
Encha o peito de ar, respire profundamente
E em minha doce inocência
Foi crime ansiar por uma vida assim?
Desejar, pensar em ter você e viver sempre fora de mim
Sentir sua vibração... Sua pulsação
Penso logo em como encarar e insisto no ponto de interrogação
Um flerte ao natural, para as malícias do bem
Melhor assim a meu ver, pensando momentaneamente.
Largo o espaço entre o abraço e mais um sorriso
Deixo claro o meu desejo, intenções, e no teu corpo me abrigo
Se o casulo se fortalece, a alma limpa
E se permite a intercalar o subliminar com o subausente
Aceitando as formas que impus aos meus músculos exigentes, ás minhas carnes transcendentes, á minha vontade indecente.
Se mostre, deixe que depois a arte faça o inverso
Suba a cortina, o espetáculo da vida começou
Se me encontrar perdida, buscando a minha sumida maquiagem da vida pelos bastidores,
Traga-me a pose mais linda, o tom mais sereno para celebrar uma nova conquista.
Ao romper as barreiras, pós-Ilusão
Ao descer as cadeiras... Pra que sentar no chão?
Ao prazer incandescente de aplausos de pé
Ate chegar no camarim da vida de dois sólidos personagens:
Eu e você.
E ao decorrer da linha, traçada em duas duplas de mãos
Ao encarar minha vida, deixando de ser dose ilusão
Cruzando o palco, a única saída que a certeza me traz
É de não deixar que este promissor espetáculo saia de cartaz!
